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AMOR, ORDEM E PROGRESSO

 

http://amorordemeprogresso.blogspot.com/

 

 

continuem me prestigiando

 



Escrito por amorordemeprogresso às 08h07
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AMOR, ORDEM E PROGRESSO

 

Amor por princípio, Ordem por base e o Progresso por fim

 

Cubanos Nocauteados x Brasil de Quatro

 

A organização de defesa dos direitos humanos Human Rights Watch enviou carta a Tarso Genro. No texto, a entidade cobra do governo brasileiro uma “investigação completa e imparcial” da ação policial que resultou na deportação dos pugilistas cubanos Guillermo Rigondeaux e Erislandy Lara, ocorrida em 4 de agosto de 2007.

“Ainda que os dois atletas não tenham requisitado asilo político explicitamente, pedidos de obtenção do status de refugiado podem ser sinalizados por ações, e não apenas por pedidos explícitos. O fato de que Rigondeaux e Lara desertaram uma delegação atlética oficial cubana sugere fortemente que eles pudessem estar interessados em pedir asilo ao Brasil”

A deportação destes cubanos lembra a triste história de Olga Benário, esposa de Luis Carlos Prestes, ocorrida durante a ditadura de Vargas. Grávida de sete meses foi deportada para a Alemanha e entregue a Hitler, e morreu num campo de concentração, executada numa câmara de gás.

Já usaram o benefício do asilo político vários políticos brasileiros, que fugiram dos governantes de plantão no Brasil entre eles José Dirceu, o ministro da justiça Tarso Genro, o deputado Fernando Gabeira, o governador de São Paulo José Serra.

Para não azedar suas relações com Cuba o governo brasileiro curvou-se ante o governo cubano e entregou os boxeadores cubanos ao governo opressor que domina “A ILHA” 

Será que Lulla negaria asilo político a José Dirceu?

 

15/08/07  Senador Suplicy pede que Fidel Castro não puna os boxeadores e sua família 

 

23/08/07 -  O avião fretado que levou os boxeadores cubanos Guillermo Rigondeaux e Erislandy Lara do Brasil para Cuba é venezuelano,  de prefixo YV-2053. "Esse prefixo é venezuelano. O avião é da Venezuela".

YV é um dos prefixos usados no país de Hugo Chávez.

 

Fidel e Chaves agora mandam no Brasil, que pena, aqui ponto, chegou a diplomacia companheira.

 



Escrito por amorordemeprogresso às 07h15
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Amor por princípio, Ordem por base e o Progresso por fim 

 

ASSASSINATO DE 199 PESSOAS

Quando o absurdo vira verdade

 

O Brasil é um país tão absurdo que até o absurdo pode rapidamente virar verdade.
O que parecia absurdo há um mês era dizer que o acidente com o avião da TAM fora um assassinato. Não havia elementos que dessem sustentação a essa afirmação.
Agora há. Texto de Leila Suwwan, publicado ontem pela Folha, mostra que a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) promoveu um trambique, perante a Justiça, ao dizer que era lei o que não passava de documento interno.
Diz a repórter: "O documento, que não tem validade legal, proíbe o pouso de aviões com um reversor inoperante em pistas molhadas.
Caso estivesse em vigor, teria impedido o acidente do vôo 3054 da TAM, já que a aeronave estava com o reversor direito inoperante, e a pista de Congonhas estava molhada no dia". Mais claro impossível.
Fica até difícil acreditar que uma agência governamental encaminhe à Justiça um estudo interno e diga que é lei. A Justiça Federal analisava naquele momento (fevereiro) a possibilidade de impor restrições (que as empresas vetavam) às operações em Congonhas.
Se tamanha fraude, com o conseqüente assassinato de 199 pessoas, não é causa suficiente para afastar toda a diretoria da Anac, então está se oficializando a impunidade, que já é suficientemente avassaladora para dispensar tal barbaridade.
Mas a Anac não é a única criminosa na história. A TAM só agora proibiu o pouso de seus aviões com reverso travado em dias de chuva em Congonhas. Logo, fez roleta-russa com seus passageiros. No dia 17 de julho, havia bala na agulha e 199 foram mortos por ela.
E ainda há a Infraero: testemunhos de pilotos à polícia relatam que a pista de Congonhas, pós-reforma, virou "um sabonete". Não é crime fazer reforma de pista para dar segurança a ela e entregar um "sabonete"?

Texto de Clóvis Rossi na Folha de São Paulo de 19/08/07

 

Nota: este blog denunciou o assassinato destas pessoas no mesmo dia da tragédia, às 21 horas 19 minutos do dia 17/07/07 com título de VÔO 3054 CORRUPÇÃO E DESLEIXO MATAM 200 PESSOAS, naquele dia eu gritava “cadê a justiça”, eu não sabia que a justiça havia sido enganada com uma falsa lei.



Escrito por amorordemeprogresso às 10h12
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A turbulência americana não vai causar problemas ao Brasil

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva avisa: "A turbulência americana não vai causar problemas ao Brasil".

Até ontem "As ações das grandes empresas brasileiras perderam R$ 274 bilhões, nas últimas quatro semanas devido à crise no mercado financeiro internacional. Desde o dia 19 de julho, essas empresas que têm ações negociadas no mercado valiam US$ 1,003 trilhão. Exatamente quatro semanas depois, o valor delas caiu para US$ 729,2 bilhões.

Se o presidente acha que perdas de R$ 274 bilhões (e subindo) não são "problema", o que será que ele considera um problema?
Tem mais, segundo a Economática/G1: "O Brasil foi o país que mais perdeu recursos entre os sete principais mercados da América Latina (México, Venezuela, Colômbia, Peru, Chile, Argentina e Brasil). Apesar de representar metade desse mercado, as empresas brasileiras respondem por dois terços (66%) das perdas acumuladas nesse período".
 

Agora a crise chega às commodities o principal item da exportação brasileira.

Apenas ontem, o café perdeu 6,63% de seu valor em Nova York e 3,88% em Londres. O algodão recuou 4,78% em Nova York, e a soja, 4,74% em Chicago. Entre os metais, as maiores perdas foram as da prata, que desabou 8,41%, e as do níquel, que caiu 4,11% em Londres.

Contra as commodities não há reservas que blinde o país", diz o economista Roberto Padovani, do banco WestLB

A rapidez e a intensidade desses movimentos desorganizaram parcelas importantes do mercado, atingindo também os créditos de países emergentes, como o Brasil.

A grande pergunta dos investidores hoje é qual será a intensidade dessa crise e se ela chegará à economia real.

Se o governo brasileiro tiver juízo o Brasil pode aproveitar o momento desfavorável da economia internacional para aprender uma importante lição -diversificar a lista de exportações e, assim, depender cada vez menos da venda de produtos primários, as chamadas "commodities". A avaliação é do doutor em economia pela Unicamp e professor da PUC-SP Antônio Corrêa de Lacerda.

Ao contrário do que vem fazendo até agora que é destruir o setor manufatureiro que agrega valor às nossas mercadorias, poderíamos aproveitar a oportunidade para nos curarmos da “doença holandesa” que nos enfraquece.

 

Mas fiquemos tranqüilos pois Lula reafirma:

Venho dizendo há algum tempo que essa crise é uma crise americana”.

 

Tal qual aconteceu no caos aéreo, quanto tempo aguardaremos para Lula acorde?



Escrito por amorordemeprogresso às 09h21
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O fim da era de oportunidades

 

Seja qual for o resultado da atual crise internacional, a verdade dolorosa é que o Brasil perdeu o bonde desses doze anos de exuberância da economia mundial.

A crise está se alastrando. Apesar de manifestações otimistas daqui e dali, fica claro que mesmo os ensinamentos trazidos pelas crises anteriores foi insuficiente para preparar o mundo para novas crises.

Não haverá como a atual crise não afetar a economia real e o comércio mundial. O crédito secou no mundo. O volume de comércio será reduzido. A própria China terá que diminuir o ritmo de atividade econômica para enfrentar pressões inflacionárias.

O Brasil tem o conforto ainda de superávits comerciais sustentados pelos preços dos produtos primários, Mas jogou fora os dois momentos mais importantes da história contemporânea.

O primeiro, em 1994, quando a estabilização da economia permitiu o florescimento de um mercado de consumo popular reprimido. Esse processo se deu ao mesmo tempo em que as grandes multinacionais estavam realocando suas unidades de produção pelo mundo. E o Brasil, ao lado da China, seria um dos portos de atração desse investimento.

Os chineses aproveitaram esse momento para um salto fundamental. Concentraram toda sua política de atração de investimentos para absorver tecnologia, meios de produção, novas indústrias. Apesar de possuir uma infra-estrutura precária, acenava com um mercado de consumo crescente e um mercado potencial extraordinário e, especialmente, uma política de câmbio competitivo e taxas de juros baixas.

Na partida do Real, os economistas provocaram uma apreciação da moeda, visando lucros no mercado de câmbio. Essa armadilha amarrou a economia brasileira, impediu-a de crescer e ganhar musculatura. A descompressão do câmbio, em 1999, trouxe algum gás para a economia, mas insuficiente para relançà-la.

A segunda tragédia ocorreu no primeiro ano do governo Lula. Em 2002, a desvalorização cambial - fruto de crise internacional e da instabilidade política - permitiu entrar em 2003 com perspectivas inéditas de retomada de crescimento. Escapava-se da armadilha cambial. Milhares de pequenas e médias empresas passaram a buscar o mercado externo. O agronegócio explodiu. Ajudado pela expansão da liquidez internacional e do fator China, a economia mundial entrou em uma fase de expansão inédita.

Mas a política monetária de Antonio Palocci e Henrique Meirelles, avalizada por Lula, jogou fora a grande oportunidade. Com o câmbio apreciado, o produto brasileiro perdeu competitividade. A carga tributária aumentou, as exportações de manufaturados foram perdendo gás.

Aproveitou-se para reduzir a dívida externa brasileira, e o componente cambial na dívida pública. Graças aos preços das commodities, o Brasil entrou menos vulnerável na crise atual.

Mas vai sair dela como entrou, sem ter conseguido dar o grande salto de industrialização e desenvolvimento que teria conseguido, caso tivesse sido conduzido por estadistas nesses doze anos.

Ao final desse período, tem-se o maior processo de concentração de renda da história.

 

Copiado do blog do Luis Nassif em 16/08/2007



Escrito por amorordemeprogresso às 09h10
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Contribuição para banqueiros

 

Retiraram da CPMF a exclusividade de beneficiar a Saúde e ela passou a servir até mesmo para pagar juros

A CPMF, esse imposto sem caráter até para se reconhecer como imposto, mais uma vez comprova que tem a sina de desnudar baixezas típicas da política brasileira, como se assim quisesse compensar a extorsão praticada a cada simples movimentação financeira nas contas de cidadãos e empresas.

Proposta como contribuição provisória dos mais favorecidos, no conjunto de medidas com que o médico Adib Jatene tirava do estado de calamidade o Ministério da Saúde, encontrou sua pior dificuldade, em vez do apoio lógico, na resistência que lhe opuseram o então presidente Fernando Henrique Cardoso e Pedro Malan. Acusavam-na de sobrecarregar, mesmo com vigência limitada a um ou dois anos, a carga de taxações que diziam ser já excessiva.

Assim como ia vencendo outras dificuldades, Adib Jatene venceu a batalha da contribuição. E por isso perdeu o ministério. O aplauso empolgado da opinião pública ao seu trabalho sugeria estar ali um forte candidato à Presidência. Logo, em contraste com a pretensão exposta de público pelo orientador do PSDB, Sérgio Motta ("Nosso projeto é para 20 anos no governo"), e com a idéia, ainda irrevelada, de reeleição.

A CPMF iniciara suas demonstrações: a reforma da Saúde no país foi substituída pela conveniência grupal de eliminar um possível concorrente bem apoiado para a Presidência. Jatene foi substituído por um médico-socialite do Rio Grande do Sul, cuja inabilitação para o cargo foi reconhecida até pelo próprio. Carlos Albuquerque, portanto, era politicamente a figura ideal para a Saúde no projeto de 20 anos atucanados.

Extinto o risco de fortalecer Adib Jatene, Fernando Henrique e Pedro Malan aderiram à CPMF, agravaram-na contra os cidadãos e as empresas, e retiraram a exclusividade de sua destinação em benefício da Saúde. A CPMF passou a servir até para pagar juros, ou seja, transferir dinheiro público para cofres privados. Ficara tão flexível quanto as convicções de Fernando Henrique e Pedro Malan. E mais determinada nas suas demonstrações morais e outras.

Escrito por amorordemeprogresso às 07h15
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...continuação de Contribuição para banqueiros...

 

Lula e o Partido, àquela época, dos Trabalhadores fizeram oposição política muito firme à CPMF transformada em imposto mal disfarçado. Afinal instalado Lula no poder, a CPMF não se intimidou, no que lhe cabia: ao receber dele adesão entusiástica, deu colaboração importante às revelações de quem era o novo presidente. Sem chegar ao poder, por mais que fingisse fazê-lo, nem por isso o PT escapou à determinação da CPMF: adotou-a sem o menor dos rubores que indicam algum pudor.

Agora, também oferecido pela CPMF, aí está o resultado da preferência de Lula pelo método de compra de deputados, com verbas e cargos, em vez de constituir sua base parlamentar por cooptação política e programática. Só a primeira instância para a prorrogação da CPMF, a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, já fez Lula curvar-se a uma chantagem ostensiva e humilhante. Entregou Furnas, e com ela o riquíssimo fundo de Previdência da empresa, a um grupo do PMDB que está sob cerco da Justiça, por seus feitos na estatal fluminense de água/esgoto e seu fundo.

O método da compra tem fôlego para desprezar seus inconvenientes morais, mas sucumbe ao inconveniente prático: o preço sobe sempre, e o comprador fica refém dos comprados. Como o vigarista que caía no conto-do-vigário.

A CPMF mostra mais de Lula e do ex-PT. E não pára no ponto atual, porque o trâmite da prorrogação desejada pelo governo ainda tem caminho e obstáculos pela frente.

 

Texto de Jânio de Freitas: Contribuição para desmoralizações, na Folha de São Paulo de 16/08/07

 

 

 

 



Escrito por amorordemeprogresso às 07h14
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Aritmética da impunidade

 

BRASÍLIA - Até que eu me esforço para cultivar meu lado Poliana, para ver o lado positivo das coisas, acreditar que hoje é melhor do que ontem e que amanhã será melhor do que hoje. Mas está ficando cada vez mais difícil. Assim não dá.

Levantamento publicado na última edição da revista "Veja" sobre os resultados de dez operações realizadas pela Polícia Federal entre 2003 e 2004 mostra que o festival não deu em nada. De 245 presos, só 64 foram julgados e só dois continuam onde a maioria deveria estar: na cadeia. Ou seja: 245 passaram para 64 e viraram dois.

As operações eram fantásticas, e os nomes, criativos e instigantes: Anaconda, Gafanhoto, Vampiro, Pororoca, Sentinela. Repórteres e fotógrafos deliravam com o espetáculo. As pessoas em casa pensavam: "Agora, vai!" Foi?

Há uma espécie de complô para o sistema não funcionar. A polícia investiga e prende, mas a Justiça não é para fazer justiça. É toda montada e operada para fazer teatro e legitimar uma rede e uma realidade em que bandidinho vagabundo e até inocentes acabem atrás das grades e bandido de grande calibre e contas milionárias continue por aí, livre, leve e solto.

Quando tem o título de "político", então, nem se fala. As polícias do Brasil, dos EUA, da Suíça, das ilhas isso e aquilo podem providenciar montanhas de provas e documentos, mas o que prevalece são os privilégios. Há excesso de habeas corpus, apelações, prescrições.

Os advogados são pagos a peso de ouro, não para defender, mas para empurrar com a barriga. Pedem incontáveis revisões e contam os anos, os meses e as horas para o crime prescrever. Enquanto isso, o ilustre cliente desfila pelas colunas sociais, senta em plenários e vai a tribunas fazer discursos incríveis como "representante do povo".

Então fica difícil torcer, acreditar. Como não ver, não ouvir, não falar? Como não escrever?

 

 

Texto de Eliane Cantanhêde na Folha de São Paulo de 14/08/07

 

COMO NÃO PROTESTAR???



Escrito por amorordemeprogresso às 07h34
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Cubanos Nocauteados x Brasil de Quatro

 

A organização de defesa dos direitos humanos Human Rights Watch enviou carta a Tarso Genro. No texto, a entidade cobra do governo brasileiro uma “investigação completa e imparcial” da ação policial que resultou na deportação dos pugilistas cubanos Guillermo Rigondeaux e Erislandy Lara, ocorrida em 4 de agosto de 2007.

“Ainda que os dois atletas não tenham requisitado asilo político explicitamente, pedidos de obtenção do status de refugiado podem ser sinalizados por ações, e não apenas por pedidos explícitos. O fato de que Rigondeaux e Lara desertaram uma delegação atlética oficial cubana sugere fortemente que eles pudessem estar interessados em pedir asilo ao Brasil”

A deportação destes cubanos lembra a triste história de Olga Benário, esposa de Luis Carlos Prestes, ocorrida durante a ditadura de Vargas. Grávida de sete meses foi deportada para a Alemanha e entregue a Hitler, e morreu num campo de concentração, executada numa câmara de gás.

Já usaram o benefício do asilo político vários políticos brasileiros, que fugiram dos governantes de plantão no Brasil entre eles José Dirceu, o ministro da justiça Tarso Genro, o deputado Fernando Gabeira, o governador de São Paulo José Serra.

Para não azedar suas relações com Cuba o governo brasileiro curvou-se ante o governo cubano e entregou os boxeadores cubanos ao governo opressor que domina “A ILHA” 

Será que Lulla negaria asilo político a José Dirceu?

 

15/08/07  Senador Suplicy pede que Fidel Castro não puna os boxeadores e sua família 

 

23/08/07 -  O avião fretado que levou os boxeadores cubanos Guillermo Rigondeaux e Erislandy Lara do Brasil para Cuba é venezuelano,  de prefixo YV-2053. "Esse prefixo é venezuelano. O avião é da Venezuela".

YV é um dos prefixos usados no país de Hugo Chávez.

 

Fidel e Chaves agora mandam no Brasil, que pena, aqui ponto, chegou a diplomacia companheira.

 

 

 

 



Escrito por amorordemeprogresso às 16h51
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AVIÃO DE LULA NÃO VOA SÓ COM UM REVERSO

 

 

O presidente Lula só viaja no avião presidencial, um Airbus-A319, se os DOIS reversos estiverem em operação. "É uma norma de segurança para transportar o mais alto mandatário na nação", disse o comandante da FAB, Juniti Saito, na CPI.

A informação causou espanto entre os presentes porque o Airbus-A320 da TAM voava com um dos reversos inoperante, procedimento previsto pelo fabricante e aprovado pela Anac. "É grave que a Aeronáutica considere um reverso pinado um risco à segurança, mas permite que a população viaje assim", disse Luciana Genro (PSOL-RS).

 

 

LuLLa e seus camaradas não ligam para a vida dos cidadãos comuns, mas a vida dele é importante.

 



Escrito por amorordemeprogresso às 08h34
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"Guerra dos grandes"

Os pilotos Kleyber Lima e Henrique Di Sacco sabiam o que fazer com um reverso travado, tanto que pousaram sem problemas naquele mesmo dia 17 de julho em Porto Alegre. Teriam desaprendido poucas horas depois, a ponto de colocar um manete em aceleração e outro em reverso? Improvável. Ou teriam esquecido que um estava travado? As falas na cabine mostram que não.
Se eles lembravam e sabiam o que fazer, como se pode cravar falha humana? Ou só falha humana? Desconfia-se também de defeito de projeto do Airbus-A320 e de falha de manutenção da TAM, que, somados, teriam induzido os pilotos a erro, como disse à Folha o brigadeiro J. Carlos Pereira (ex-Infraero) -o primeiro, aliás, a admitir problemas no reverso.
E o chefe do Cenipa (o centro de investigações de acidentes aeronáuticos), o também brigadeiro Jorge Kersul Filho, já tinha criticado "o fabricante" na Folha por não ter tomado providências reais depois de acidentes anteriores. Uma "guerra dos grandes", definiu. O Airbus já protagonizou acidentes em outros países na condição de reverso travado. E o Airbus específico de Lima e de Di Sacco, além de defeito no reverso, teve antes problemas no trem de pouso, aquecimento anormal, puxou para um lado num pouso. Mas... continuou voando até explodir no choque com o prédio da própria companhia.
Se houve falha humana, pode ter sido também dos que projetaram o avião, dos que não o reavaliaram com os acidentes, dos que permitiram que voasse apesar de tantos "gritos" mecânicos e dos que insistiram em pousar, mesmo assim, com um passageiro a mais e tanque cheio, em pista molhada e curta. Além da falha do responsável pela fiscalização -o Estado.
A diferença é que a maioria deles tem meios poderosíssimos para se defender. Mas quem morre cala, e quem cala consente
.

Eliane Cantanhêde, na Folha de São Paulo de 07/08/07

Escrito por amorordemeprogresso às 06h12
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AMOR, ORDEM E PROGRESSO

 

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O governo entregará os boxeadores a Fidel

 

Dois cubanos tentaram fugir do paraíso comunista e ficaram no Brasil; presos, arrependeram-se???!!!... 

 

LULA COLOCOU o Estado brasileiro a serviço da polícia política de Fidel Castro. Esse é o resultado da detenção e do anunciado repatriamento dos boxeadores Guillermo Rigondeaux (bicampeão olímpico) e Erislandy Lara (campeão mundial dos meio-médios). Em 22 de julho, eles abandonaram a delegação que veio para o Pan. Outros dois atletas também escafederam-se. Nos últimos 20 anos, cerca de 150 desportistas cubanos aproveitaram a chance e pularam o muro do paraíso comunista.

Quando Rigondeaux e Lara sumiram, Fidel Castro escreveu um artigo intitulado "Brasil, Substituto dos Estados Unidos?", chamando os atletas de mercenários. Os dois boxeadores (patrocinados por agentes europeus) não formalizaram um pedido de asilo, e o ministro Tarso Genro assegura que se o fizerem receberão o devido amparo, "imediatamente". Os dois foram detidos pela polícia no litoral do Rio, levados para um quartel da PM, transferidos para a Polícia Federal e colocados sob vigilância policial. Nesse quadro, teriam se arrependido da fuga e resolveram voltar para Cuba.

O Brasil teve uma geração de militantes políticos preservada pela proteção que muitos países dão aos fugitivos. João Goulart, José Serra e mais de um milhar de brasileiros vagaram como penitentes, fugindo da ditadura brasileira. Jango e Serra eram perseguidos políticos. Rigondeaux e Lara quiseram sair de Cuba para viver como profissionais numa atividade que na ditadura cubana é compulsoriamente estatal. Direito deles, o de ganhar a vida onde, livremente, conseguem mais dinheiro.

Admita-se que mudaram de idéia. Salta aos olhos que essa não foi uma decisão neutra para dois cidadãos que se viram detidos. Sob custódia, não quiseram ver advogados dos agenciadores. Pouco teria custado ter oferecido aos dois um período de graça para que fossem entrevistados por organismos da sociedade civil e por representantes da Comissão de Justiça e Paz da CNBB.

É verdade que os serviços de informação americanos e empresários europeus rondam as delegações cubanas para atrair defecções. Da mesma maneira, vive em Cuba o ex-agente da CIA Phillip Agee. Murmura-se que Fidel Castro chamou sua delegação de volta antes da festa de encerramento do Pan porque farejou fuga em massa de atletas. Seriam 60.

O argumento policial segundo o qual Rigondeaux e Lara eram estrangeiros que permaneciam ilegalmente no país é digno das meganhas comunistas. Se a polícia-companheira está preocupada com imigrantes ilegais, pode encher um estádio em horas, bastando-lhe varejar alguns pontos do Rio e de São Paulo. O aparelho do Estado brasileiro deteve Rigondeaux e Lara a serviço da repressão cubana, o resto é conversa fiada.

 

Elio Gaspari na Flha de São Paulo de 05/08/2007

 

 

 



Escrito por amorordemeprogresso às 10h23
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ENTRE DOIS FOGOS

 

Não é de avião que tenho medo. É das autoridades responsáveis pela segurança aérea

 

Artigo de Frei Beto na Folha de São Paulo de 22/07/07  

Pensei com meus botões: ainda não é de viagem de avião que tenho medo. É das autoridades responsáveis pela nossa segurança aérea

 

Na noite de terça, 17, teve início mais um primeiro dia do resto de minha vida. Já passei por situações de risco, mas nunca imaginei presenciar dois acidentes, no mesmo dia, nos dois principais aeroportos do país.

Às 15h da terça, eu estava na sala de embarque do Santos Dumont, no Rio de Janeiro, pronto para ingressar no vôo 2432 da Varig, rumo a São Paulo.

Súbito, ouvi uma gritaria perto dos raios X. Imaginei algum passageiro irritado por se ver obrigado a se submeter ao rigor da revista. Eram funcionários da Infraero; berravam para que todos saíssem imediatamente.

Na correria rumo às portas de emergência, senti um forte cheiro de queimado, como se um gás prevalecesse sobre o oxigênio. Exceto gritos desesperados de "fogo!" e ordens para sair o quanto antes, naquelas instalações recém-inauguradas nada vi que se parecesse com um sistema de segurança aos usuários. Não soou alarme, painéis eletrônicos não exibiam orientações, pilotos e comissários de bordo pareciam desorientados.

As aeronaves prestes a sair foram evacuadas, passageiros e tripulantes se juntaram à centena de pessoas que, como eu, foram conduzidas para o pátio. Dali vimos a densa fumaça preta emergindo do terceiro andar do prédio novo, ainda em obras.

Ante a perspectiva de longo atraso no reembarque, um passageiro exclamou: "Depois de querer que a gente banque o Marquês de Sade, agora querem nos fazer de Joana D'Arc". Os bombeiros de plantão eram insuficientes, e o reforço levou pelo menos 20 minutos para chegar ao local.

Após alguns minutos no pátio, exigiram que saíssemos pela antiga sala de desembarque. As luzes do Santos Dumont foram desligadas; ficamos ali no saguão, sem nenhuma informação da Infraero. Meia hora depois, os passageiros, informados pelas empresas de que não havia previsão de reinício dos vôos, começaram a se deslocar para o aeroporto Tom Jobim.

Aliviado, embarquei no vôo 3041 da TAM. O comandante nos preveniu de que, devido ao excesso de tráfego sobre São Paulo, nossa aterrissagem sofreria atraso. Passava das 18h40 quando, sob forte chuva, tocamos a pista de Congonhas. Fui aguardar minhas malas.

Parado ao lado da esteira, fiquei defronte ao vidro transparente que permite enxergar a pista, sem, no entanto, escutar nenhum ruído. Estranhei a excessiva demora das bagagens. Havia muita irritação por parte dos passageiros que, como eu, aguardavam.      ... continua, abaixo...

 



Escrito por amorordemeprogresso às 09h16
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...     continuação do artigo ENTRE DOIS FOGOS

Os poucos funcionários das empresas aéreas pareciam evitar tamanho assédio por informações. Tensos, guardavam silêncio. Notei que a pista não apresentava nenhum movimento de aeronaves.

Alguém ao meu lado comentou que, na cabeceira da pista, um avião cargueiro da TAM pegava fogo. Minha primeira reação foi supor uma confusão com o princípio de incêndio no Santos Dumont. Expliquei que o incêndio não era ali, era no Rio, e no prédio, não na aeronave.

Após longo tempo, as malas apareceram. Foi então que, ao ter acesso ao saguão de espera de passageiros, me dei conta de que algo muito grave ocorria. Pessoas agitadas, nervosas, aos prantos, insistiam em obter informações sobre o vôo 3054 da TAM, proveniente de Porto Alegre.

Ali dentro pareciam não ter noção do que se passara do lado de fora: a aeronave, que aterrissou logo em seguida à que viajei, ultrapassou a avenida Washington Luís e se chocou contra o prédio da TAM Express, vizinho a um posto de gasolina. Ela poderia ter entrado no prédio do aeroporto ou ter feito explodir o posto de gasolina, nos atingindo...

Com tudo paralisado, filas de passageiros se acumulavam nos check in; a maioria sem notícia do que ocorrera. Atribuía-se, pois, ao "caos aéreo". Ouviam-se, a todo momento, comentários desairosos às autoridades públicas.

Ao sair para a calçada do aeroporto, diante dos portões de embarque, fiquei com o coração apertado observando o clarão das chamas do Airbus-A320. Só então me dei conta da gravidade do acidente. Viaturas do Corpo de Bombeiros e da polícia aglutinavam-se no local. Lembrei do comentário do meu mecânico, seu Geraldo:

"Eu, andar de avião? Nunca. Jamais entro naquele tubo revestido de gasolina em combustão. Vou confiar num troço que voa lá em cima, mas que tem a oficina aqui embaixo?".

Pensei com meus botões: ainda não é de viagem de avião que tenho medo.

É das autoridades responsáveis pela nossa segurança aérea. Tudo indica que elas não conseguem pôr a cabeça no lugar e os pés na terra.

 

Carlos Alberto Libânio Christo , o Frei Betto, 62, frade dominicano e escritor, é autor de, entre outras obras, "A Mosca Azul" (Rocco). Foi assessor especial da Presidência da República (2003 - 2004).

 

 



Escrito por amorordemeprogresso às 09h14
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AMOR, ORDEM E PROGRESSO

 

Amor por princípio, Ordem por base e o Progresso por fim

 

 

 

MEDALHA É DEBOCHE

 

 

Apenas três dias depois do pior acidente da aviação brasileira, a Aeronáutica condecorou ontem a cúpula da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) por ter "prestado destacados serviços à Aeronáutica brasileira".

O presidente da agência, Milton Zuanazzi, e outros três diretores (Denise Abreu, Josef Barat e Leur Lomanto) receberam a medalha-mérito Santos Dumont.

 

O LuLLa  já tinha avisado em 2002:

"Eu posso não fazer tudo o que tenho na cabeça. Mas vamos começar fazendo o possível e quando menos percebermos estaremos fazendo o impossível".

 

Pois é, de deboche em deboche deu no que deu.

 

Avião da TAM explode e mata 200 pessoas.

 

O que o ministro do LuLLa faz? Faz um gesto obsceno que significa:

“Se f.....m”

http://www.youtube.com/watch?v=wW-ptpYQ1Ds

 

O que é que a ministra do Lulla responde?

“Relaxa e morre”

http://www.youtube.com/watch?v=MQXoJCDow2Q

 

Agora vai!!! LuLLa ficou bravo!!!

Lula declarou: "Eu quero prazo, dia e hora para a gente anunciar ao Brasil que não vamos mais ter problema nos aeroportos brasileiros" Discurso de Lulla em 28/03/2007

 



Escrito por amorordemeprogresso às 18h23
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